Quarta-feira
28 de Outubro de 2020 - 
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“O fim do Direito não é abolir nem restringir, mas preservar e ampliar a liberda ...
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TRT/RJ promove debate para ouvir experiências de jovens aprendizes

O Tribunal Regional do Trabalho da 1º Região (TRT/RJ) promoveu na manhã desta sexta-feira (16/10) uma roda de conversa on-line para analisar como tem sido a experiência dos jovens aprendizes e a importância de uma oportunidade profissional em suas vidas. Com transmissão ao vivo pelo canal da Escola Judicial do TRT/RJ (EJ1) no YouTube, o encontro foi aberto pela gestora regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do TRT/RJ de primeiro grau, juíza Adriana Leandro de Souza  Freitas, que reforçou a importância de ouvir os adolescentes. Além de magistrados do Regional fluminense, também participaram do debate auditores fiscais do Ministério da Economia e uma psicóloga da instituição formadora Camp Mangueira.      Em sua participação, a desembargadora Carina Rodrigues Bicalho informou que atualmente a faixa etária de 14 a 17 anos é a que concentra o maior número de jovens com emprego regular e compatível com os estudos. A magistrada ressaltou que  a Lei da Aprendizagem (10.097/2000) é uma importante política de estado com foco não apenas no emprego, mas também na qualificação e escolarização. “É importante valorizar o programa e conscientizar as empresas não apenas pelo lado da formação da mão-de-obra, mas pela importância social, pois estão formando cidadãos. Nós que lidamos muito com papel, com processos e autos de infração, não podemos esquecer da dimensão humana da questão. A nossa luta tem alma”, afirmou.          Em seguida, a  juíza titular da 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Áurea Regina de Souza Sampaio, reforçou a necessidade de cumprimento das cotas e sua importância para evitar a evasão escolar. “Também é preciso extirpar a ideia de que trabalho infantil é bom. Não é, por isso é proibido. O único permitido é para adolescentes entre 14 e 24 anos, que oferece a possibilidade do adolescente se encontrar dentro do chamado trabalho protegido, que segue as regras. Só assim é possível sair do ciclo vicioso de pobreza. Por isso a importância de ouvir os jovens. É muito bonito ouvir os jovens falando com prazer das empresas, porque elas precisam sentir que estão formando cidadãos e qualificando uma mão-de-obra que utilizarão no futuro”, defendeu a magistrada. O auditor fiscal do Trabalho Eugenio Santana Marques, que coordena o projeto de combate ao trabalho infantil e proteção ao adolescente trabalhador da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, ligada ao Ministério da Economia, esclareceu que o papel do órgão é combater a informalidade, atrasos de salário, falta de registro, não depósito do fundo de garantia, entre outras funções. “Queria destacar a parceria com os órgãos do Poder Judiciário, porque individualmente atuaríamos com muito mais dificuldade. A rede de instituições que lutam contra o trabalho infantil  é muito importante.  Grande parte das vítimas  no país está justamente na faixa-etária entre 14 e 17 anos”, revelou.    Também auditor fiscal do Trabalho, Alexandre Rodrigo Teixeira da Cunha encara sua atividade como uma forma de transformação social: “Tenho certeza absoluta que o projeto de combate ao trabalho infantil tem esse papel de mudar a vida dessas pessoas, e aqui temos três belos exemplos de jovens aprendizes que podem dar os seus testemunhos. Os 20 anos do programa de aprendizagem nos trazem a certeza de que se trata de um política de estado que transcende governos”.  A psicóloga Alessandra Castorino - que começou como jovem aprendiz, aos 15 anos, em um banco - disse que oportunidade de ingressar no programa possibilitou sua entrada no mundo do trabalho e possibilidade de se formar. A profissional que atua acompanhando aos aprendizes no Camp Mangueira, ingressou na instituição como estagiária. “Minha experiência à época foi um divisor de águas. Digo com muito carinho que sou fruto dessa política pública. Antes de começar a vida de minha família estava sócio e economicamente muito difícil. Quando tive a oportunidade, foi uma luz no fim do túnel. A aprendizagem não é um mero cumprimento de cota”, relatou.  A importância do programa foi corroborada pelos aprendizes Alexia Pereira, Amanda Pires e  Natanael Afonso. Durante a conversa on-line, os adolescentes puderam contar suas trajetórias e o valor que a possibilidade de ingressar em uma empresa teve em suas vidas, não apenas nos sentidos financeiro e profissional, mas também no de ampliar horizontes e dar novas perspectivas de vida. Entre os desejos dos jovens, está o de aprender informática e uma língua estrangeira. Eles apenas lamentam o momento atual, em que as atividades presenciais tiveram de ser suspensas por causa da pandemia.  
16/10/2020 (00:00)
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