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21 de Outubro de 2018 - 
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Próxima legislatura inicia com mais bancadas, mais mulheres e nomes novos na política

A 55ª Legislatura, que inicia em 1º de fevereiro de 2019, terá o maior número de bancadas da história do Parlamento gaúcho. Serão 17 siglas ao todo. Algumas ocuparão cadeiras na Assembleia Legislativa pela primeira vez, como o PSL, Novo e Podemos. Além disso, o número de mulheres eleitas aumentou, e nomes novos na política partidária ocuparão espaços ao lado de veteranos, como os deputados Adolfo Brito (PP) e Aloísio Classmann (PTB), que colecionam seis mandatos consecutivos cada um. O percentual de renovação foi recorde, chegando a 50,9%, 10,9% acima do verificado nas duas eleições anteriores. No pleito de 2018, 27 deputados foram reeleitos e 28 conquistaram o primeiro mandato. Entre os estreantes no Parlamento gaúcho estão o tenente-coronel Luciano Lorenzini Zucco (PSL), que foi o campeão de votos com 166.747 indicações, e seus três colegas de bancada – o empresário Ruy Irigaray, o advogado Vilmar Lourenço e o professor Capitão Macedo. Dos quatro, apenas Lourenço teve experiência eleitoral anterior. Ele concorreu a vice-prefeito de Sapucaia do Sul pelo PTB em 2016. O Democratas, que na eleição de 2014 perdeu a cadeira conquistada em 2010, voltará a ter presença no Poder Legislativo. Na coligação Rio Grande Acima de Tudo, junto com o PSL, o DEM aumentou sua representação com a eleição do perito legista Thiago Pereira Duarte e do advogado Eric Lins. O Solidariedade também voltará. Depois de ter perdido a cadeira ocupada por Cassiá Carpes, que se elegeu pelo PTB e passou para o SDD durante a 53ª Legislatura (2011-2014), o partido voltará a ter um representante – Neri, o carteiro, que atualmente é vereador em Caxias do Sul. CrescimentoNesta eleição, só o PR e o PRB aumentaram a representação. Ambos passaram de uma para duas cadeiras. O Partido Republicano elegeu o empresário Ederildo Paparico Bachi, ex-prefeito de São João da Urtiga, e o pastor Airton Lima, que em 2014 ficou na terceira suplência do PTB na Câmara Federal. O Partido Republicano Brasileiro reelegeu o pastor Sérgio Peres pela terceira vez e a novata Fran Somensi, farmacêutica de Farroupilha. Cinco partido mantiveram o número de vagas para a próxima legislatura: MDB (8), PTB (5), PSDB (4), PSB (3) e PSOL (1). O Movimento Democrático Brasileiro reelegeu sete parlamentares – Gabriel Souza, Tiago Simon, Juvir Costella, Fábio Branco, Edson Brum, Vilmar Zanchin e Gilberto Capoani. O sindicalista Álvaro Boessio ficou fora. Em seu lugar, entrou o ex-vice prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo. O PTB reelegeu o advogado Luís Augusto Lara e o agricultor Aloísio Classmann. Além disso, Kelly Moraes retornará à Assembleia Legislativa depois de nove anos de afastamento, período em que comandou a prefeitura de Santa Cruz e atuou como vereadora. Também foram eleitos o vereador de Porto Alegre Elizandro Sabino e o ex-secretário de Captação de Recursos de Canoas Dirceu Franciscon, o Dirceu do Busatto. Integrante da Coligação Juntos Pelo Rio Grande (PPS, Rede, PSDB e PHS), o PSDB manteve suas quatro cadeiras. A ex-prefeita de Três Passos Zilá Breitenbach foi reconduzida ao cargo, do qual ela é titular desde 2017, quando o tucano Jorge Pozzobom assumiu a prefeitura de Santa Maria. O médico Pedro Pereira foi reeleito para seu quarto mandato. As outras duas vagas serão preenchidas pelos estreantes na Assembleia Legislativa Mateus Wesp, vereador de Passo Fundo, e o também vereador de Pelotas Luiz Henrique Cordeiro Viana. O ex-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) Elton Weber conquistou seu segundo mandato e, ao lado da servidora pública Franciane Bayer e do empresário do setor calçadista Dalciso Oliveira, comporá a bancada do Partido Socialista Brasileiro na Assembleia Legislativa. Representante únicoCinco bancadas terão apenas um representante cada uma. É o caso do PPS, que reelegeu a advogada Any Ortiz; do Podemos, que será representado pelo vereador da Capital Rodrigo Marroni; e do PSD, cuja vaga será preenchida por Juliano Franczak, conhecido como Gaúcho da Geral. Solidariedade e PSOL estão na mesma situação. Embora tenha obtido a 12ª maior votação para a Assembleia Legislativa (53.380 votos ),Pedro Ruas (PSOL) ficará fora na próxima legislatura, em decorrência do cálculo do coeficiente eleitoral. Em seu lugar, entrará Luciana Genro, que já exerceu dois mandatos de deputada estadual pelo PT (1995/98 e 1999/2002) e representou o Rio Grande do Sul na Câmara Federal. ReduçãoO PDT perdeu quatro das oito cadeiras que detém atualmente. A bancada trabalhista será formada pela advogada Juliana Brizola, pelo engenheiro civil Gerson Burmann, pelo ex-prefeito de Santo Ângelo Eduardo Loureiro e pelo músico Luiz Marenco, eleito para seu primeiro mandato. O PT ficou com oito das suas 11 cadeiras. Edegar Pretto, Valdeci Oliveira, Jeferson Fernandes, Luiz Fernando Mainardi e Zé Nunes foram reeleitos. As demais vagas serão preenchidas pelo médico, ex-deputado federal e ex-prefeito de Caxias do Sul Pepe Vargas, pela vereadora de Porto Alegre Sofia Cavedon e pelo ex-deputado federal Fernando Marroni. Já o PP perdeu uma vaga e terá seis deputados na próxima legislatura. Cinco foram reeleitos: Silvana Covatti, Ernani Polo, Sérgio Turra, Adolfo Brito e Frederico Antunes. Também integrará a bancada progressista o professor no município de Dois Irmãos Issur Israel Koch. O PCdoB, que desde 1991 tinha representação no Parlamento gaúcho, não elegeu nenhum deputado. O PPL e o PSD também perderam as duas cadeiras que ocupam na atual legislatura. MulheresA próxima legislatura terá um número recorde de mulheres eleitas. Serão nove, distribuídas em igual número de siglas. Na eleição de 2014, foram eleitas sete mulheres. No entanto, a bancada feminina já vem sendo integrada por nove parlamentares, pois Juliana Brizola, primeira suplente do PDT, substituiu Gerson Burmann, que foi chamado para comandar a Secretaria de Obras, Habitação e Saneamento, assumindo, posteriormente, a titularidade em virtude da cassação do deputado Doutor Basegio. Zilá Breitenbach, eleita primeira suplente do PSDB, ficou no lugar de Lucas Redecker, que assumiu como secretário de Minas e Energia. Com a eleição de Jorge Pozzobon prefeito de Santa Maria, ela assumiu a titularidade do cargo. Quatro deputadas – Any Ortiz (PPS), Zilá Breitenbach (PSDB), Juliana Brizola (PDT) e Silvana Covatti (PP) – foram reeleitas. Outras retornam à Casa, depois de um período em que ocuparam cargos eletivos em outras esferas, como Luciana Genro (PSOL) e Kelly Moraes. Embora a petista Sofia Cavedon seja estreante na Assembleia Legislativa, ela não é novata na política. Tem uma extensa militância e atualmente é vereadora em Porto Alegre. As novidades são a servidora pública Franciane Bayer (PSB), irmã da atual deputada Liziane Bayer, que se elegeu deputada federal, e Fran Somensi, esposa do prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves. A petista Miriam Marroni não concorreu à reeleição e nem Manuela d´Ávila (PCdoB), vice na chapa de Fernando Haddad à Presidência da República. As deputadas Stela Farias (PT) e Regina Becker Fortunati (PTB) não se reelegeram. IdadeA média etária da próxima legislatura será um pouco superiora a da atual. Ela será de 49,3 anos contra 47,5 anos, verificada na 54ª legislatura. O deputado mais jovem é Giuseppe Riesgo (Novo), que tem apenas 23 anos. A mais idosa é Zilá Breitenbach (PSDB), com 77 anos. A bancada de quem está na faixa dos 40 anos é a maior com 18 integrantes, seguida pela bancada dos cinquentões, que terá 16 membros. Os sexagenários serão onze, e os deputados na faixa dos 30 anos somam nove. Religião, raça, escolaridade Na atual legislatura, três parlamentares declaram ser pastores: Liziane Bayer, da Igreja Internacional da Graça de Deus; Sérgio Peres, da Igreja Universal; e Missionário Voltei, da Igreja Mundial do Poder de Deus. A próxima legislatura será integrada por dois parlamentares que se declararam religiosos: Sérgio Peres (PRB), da Igreja Universal, e Aírton Lima (PR), da Igreja Quadrangular, único também a se declarar negro. Dos 55 deputados eleitos, 39 possuem curso superior completo, 9 têm curso superior incompleto, seis possuem ensino médio e um tem apenas o ensino fundamental. Os advogados são o maior grupo profissional com 10 membros. Em seguida, vêm seis vereadores, quatro empresários, três agricultores e três médicos. A novidade, na próxima legislatura, no entanto, será a presença de um membro das Forças Armadas (tenente-coronel Zucco) e de um militar reformado (Capitão Macedo).
11/10/2018 (00:00)
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