Quarta-feira
19 de Dezembro de 2018 - 
Toda questão possui dois lados, eu ficarei do seu!
“Cometer injustiça é pior do que sofrê-la” (Platão)
“Interpretar a lei é revelar o pensamento, que anima as suas palavras” (Clóvis B ...
“As leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm” (Jean-Jac ...
“O fim do Direito não é abolir nem restringir, mas preservar e ampliar a liberda ...
"As leis abundam nos Estados mais corruptos" (Tácito)
“A mais bela função da humanidade é a de administrar a justiça” (Voltaire)
"Avocatus non ladrum" (Santo Ivo)
“A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça por toda parte” (Martin Lu ...

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NOTA OFICIAL

Sobre a decisão do Tribunal de Contas da União, que intenciona fiscalizar as contas da OAB pelo tribunal, o presidente da OAB/RS, Ricardo Breier, manifestou-se no sentido de reiterar que a OAB não é uma entidade de Administração Indireta da União e não se sujeita aos ditames impostos pela Administração Pública Direta e Indireta. “Tal decisão não possui amparo legítimo visto que contraria um entendimento do Supremo Tribunal Federal", disse Breier. “A nossa entidade não recebe recursos públicos. Além disso, nossas contas são fiscalizadas e auditadas, pelos nossos órgãos internos de controle e, principalmente, pelos próprios advogados – a quem devemos prestar contas. É, portanto, incoerente que o TCU intencione gastar recursos públicos para fiscalizar a OAB”, assevera Breier. Confira abaixo a nota oficial do presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, sobre a decisão do Tribunal de Contas da União: “A decisão administrativa do Tribunal de Contas da União não se sobrepõe ao julgamento do Supremo Tribunal Federal. Na ADI 3026/DF, o plenário do STF afirmou que a Ordem dos Advogados do Brasil não integra a administração pública nem se sujeita ao controle dela, não estando, portanto, obrigada a ser submetida ao TCU. A OAB concorda com a posição do Ministério Público junto ao TCU, para quem uma eventual decisão do órgão de contas no sentido de rever a matéria significa o descumprimento do julgado do STF. A OAB, que não é órgão público, já investe recursos próprios em auditoria, controle e fiscalização, sendo juridicamente incompatível gastar recursos públicos, hoje tão escassos, para essa finalidade.  A decisão do TCU não cassa decisão do STF, logo não possui validade constitucional.” CLAUDIO LAMACHIA, presidente nacional da OAB  
07/11/2018 (00:00)
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